.................................Projecto...................................

O planeta Terra, nossa única casa, está a aquecer visivelmente. E este aquecimento causa graves mudanças no ambiente, mudanças essas que também nos afectam a nós, Humanidade.
Com o projecto Alterações Climáticas pretendemos mostrar factos e apresentar soluções para este tão grave problema que tem vindo a aumentar a sua escala.
Este blog foi criado por Eládio Branco, Hugo Oliveira, Jimmy Martins e Ruben Costa, alunos do 12ºA, da Escola Secundaria de Oliveira do Bairro no âmbito da disciplina de Área de Projecto sob orientação do Professor Aquiles Boiça.


.........."É o nosso único lar. Temos de protege-lo." Al Gore......

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Alterações climáticas no Árctico fazem tocar sinal de alarme

O Árctico poderá ter um aspecto muito diferente daqui até ao final do século, com o desaparecimento total do gelo no Verão e uma mudança radical da sua biodiversidade, alerta um relatório científico divulgado esta semana.

Devido às emissões futuras de dióxido de carbono (CO2) e outros gases com efeito de estufa, as temperaturas médias na região poderão aumentar entre quatro e sete graus até 2100, revela o Estudo sobre o Impacto das Alterações Climáticas no Árctico (ACIA), realizado por mais de 250 investigadores.

E o alerta foi reforçado pelo norueguês Paal Prestrud, director do Centro de Estudos sobre as Alterações Climáticas (CICERO), para quem «o que se passa naquela região anuncia o que se vai passar no resto do planeta».

Segundo o estudo, o mais vasto até hoje realizado sobre o aquecimento do Árctico, a quantidade média anual de gelo do mar no Árctico diminuiu cerca de oito por cento nos últimos 30 anos, significando a perda de 988.416 quilómetros quadrados de gelo do mar.

«A realidade é que o Árctico está a aquecer muito mais rapidamente que o resto do planeta, e isso tem efeitos directos sobre as pessoas», sublinhou Robert Corell, coordenador do grupo de cientistas que redigiu o relatório e membro da Sociedade Americana de Meteorologia.

«Isto está a acontecer muito mais depressa do que prevíamos há apenas cinco anos, e tem implicações globais devido à abertura do Mar Árctico a novas rotas de transporte marítimo», acrescentou.

O aquecimento da atmosfera poderá provocar o desaparecimento total, no Verão, da calote glaciar no espaço de um século e ameaçar as espécies que vivem na banquisa (bancos de gelo), como o urso polar, a foca e a rena, e populações locais como os Inuit, que vivem da caça a esses animais - adverte o relatório, encomendado pelo Conselho Árctico.

O gelo poderá ficar totalmente derretido, no período estival, a partir de 2070, de acordo com uma das projecções utilizadas pelos autores do relatório.

Fonte: Lusa

Alterações climáticas são maior ameaça do ambiente à saúde

A utilização intensiva dos combustíveis fósseis e a consequente libertação para a atmosfera de gases com efeito de estufa contribuem para o aumento da temperatura média global do planeta e para uma maior frequência de fenómenos climáticos extremos, como, ondas de calor, chuvas intensas e secas, com impactes negativos directos e indirectos sobre a saúde.

«As ondas de calor mais frequentes e intensas aumentam o desconforto, a morbilidade e a mortalidade», realça Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas. «Uma das principais medidas de adaptação para as ondas de calor é o desenvolvimento de sistemas regionais de alerta precoce», indica o investigador.
Entre 2003 e 2006 registaram-se 3828 óbitos como resultado de ondas de calor que, segundo Costa Alves, ex-presidente do Instituto de Meteorologia, é «a catástrofe natural que mais mata depois do Terramoto de 1755».

O Ministério da Saúde tem em funcionamento, desde 2004, o Plano de Contingência para as Ondas de Calor, com vista a mitigar os efeitos das ondas de calor na saúde pública.

Já em relação aos vectores de doença, a DGS, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge e as Administrações Regionais de Saúde estão a implantar o Programa REVIVE, que vai permitir um levantamento, em cada região, dos vectores de doenças existentes e avaliar os futuros riscos existentes face às alterações climáticas.

Fonte: Ambiente Online

Península Ibérica é das zonas mais afectadas pelo aquecimento global

Um estudo do Ministério do Ambiente espanhol sobre a subida da temperatura nos últimos 30 anos revela que Portugal e Espanha são dos países mais afectados pelas alterações climáticas.
Em três décadas – de 1975 a 2005 - a temperatura na Península Ibérica aumentou a uma velocidade três vezes superior ao resto do planeta. O estudo refere um aumento de 0,5 graus por década.
Nos últimos 30 anos, o aumento das temperaturas foi mais intenso na Primavera e no Verão. Na comparação feita com o restante hemisfério Norte, o aquecimento da Península Ibérica também é elevado, registando-se 50 por cento acima da média.
A chuva também diminuiu de forma significativa face ao que acontecia a meio do século passado, em especial na parte final do Inverno. A primeira década do século XXI regista os valores mais baixos de precipitação desde 1950. O norte de Portugal é uma das regiões que regista maior diminuição de queda chuva na Península Ibérica.
Até ao final do actual século, a temperatura na Península Ibérica vai aumentar ainda mais: as previsões mais pessimistas apontam para mais seis graus no Verão e dois a três no Inverno.
A chuva vai ser cada vez menos e, com maior incerteza, os modelos dos especialistas também prevêem mais eventos extremos como secas e episódios de chuva intensa.

Fonte: TSF

segunda-feira, 8 de março de 2010

Plano de Recursos Hídricos dos Açores avança

A Secretaria Regional do Ambiente e do Mar dos Açores lançou o concurso público para a elaboração dos planos de gestão dos recursos hídricos em sete das ilhas do arquipélago.
A adjudicação insere-se no âmbito do futuro Plano de Gestão de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica Açores.
Com uma indicação de preço base de 350 mil euros, o concurso está aberto para recepção de candidaturas até Abril.
As ilhas da Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo são as regiões açorianas abrangidas.

Brisa incentiva projectos de engenharia natural

A Brisa vai atribuir uma bolsa que, para além de ajudar os estudantes a obterem o grau de mestre ou doutor, é um incentivo e reconhecimento em Portugal de projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico na área da engenharia natural.

«Esta é a primeira edição desta iniciativa, que engloba um prémio e uma bolsa para a investigação na área da engenharia natural», sublinha Franco Caruso, porta-voz da Brisa, ao AmbienteOnline. O objectivo é incentivar trabalhos «que contribuam, de forma significativa, para o progresso do conhecimento e para a resolução de problemas no domínio da engenharia natural», acrescenta o responsável da empresa ligada à construção e à exploraçã de auto-estradas.

Esta iniciativa, cujo prémio global atinge os 10 mil euros, insere-se no programa Brisa pela Biodiversidade, no âmbito do qual, em 2008, a empresa celebrou um protocolo com a APENA - Associação Portuguesa de Engenharia Natural.
O concurso está aberto a todos os interessados em apresentar projectos no domínio de concepção, obra, monitorização e recuperação de obras na área da engenharia natural, ou intervenções associadas com requalificação de áreas degradadas, drenagem de estradas, controlo da erosão, integração biológica e manutenção da biodiversidade, e com as diferentes vertentes de prevenção ou compensação de impactes ecológicos.

A entrega de candidaturas poderá ser feita até 31 de Março. Os resultados da selecção serão conhecidos até 15 de Julho de 2010. A avaliação e gestão das bolsas está a cargo da Apena.



Fonte: Ambiente Online

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Aterragens vão ser 'verdes'

Já a partir de 2010, a Espanha vai pôr em prática um novo sistema de aterragem dos aviões, destinado a reduzir as emissões de dióxido de carbono. A medida, se vier a ser generalizada, não parece despicienda: as previsões apontem para que cada avião possa produzir desta forma menos 300 a 400 quilos de CO2.


Luis Lacasa, decano do Colégio Oficial de Pilotos de Aviación Civil de Espanha, explicou ao diario El País como funciona este novo sistema, designado por «aterragem verde»: «A cerca de de 180 quilómetros de distância o piloto põe os motores au ralenti e desce como se estivesse a planar.» Só quando se encontrar já a uns 11 quilómetros da pista é que começará a aumentar a potência, para poder fazer uma aterragem normal.
Até agora, os aviões descem «aos saltos», isto é, vão perdendo altura por fases e reduzindo progressivamente a velocidade. O novo método implica um ritmo de descida contínuo. O problema vai ser a velocidade a que circulam os aviões que não aterrem ao estilo «verde», o que fará que o sistema tenha de ser posto em prática de noite. Caso contrário, quando houvesse fila para aterrar, os mais rápidos aproximar-se-iam demasiado dos que estivessem a aterrar mais devagar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Líderes europeus procuram acordo sobre alterações climáticas após desbloquearem Tratado de Lisboa

Fontes diplomáticas disseram que a presidência sueca defende a necessidade de os europeus liderarem o processo e avançarem com números, sendo apoiada por países como Portugal, Reino Unido ou Dinamarca.
No entanto, a Alemanha, que lidera um grupo onde também se incluem a França e a Itália, defende que os europeus devem aguardar pelas promessas financeiras dos restantes países desenvolvidos.
Já os países de Leste, com poucos rendimentos e grandes poluidores, chefiados pela Polónia, estão dispostos a avançar em função das suas capacidades financeiras.
A Comissão Europeia calculou em 100 mil milhões de euros anuais, entre 2013 e 2020, a ajuda necessária para que os países mais pobres adoptem medidas contra as alterações climáticas.
Esta é uma das derradeiras oportunidades de conseguir um acordo ao nível da UE antes da conferência de Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro, que visa chegar a um acordo, que deve entrar em vigor antes de expirar a primeira fase do Protocolo de Quioto, em Janeiro de 2013, para travar de forma vinculativa as emissões de dióxido de carbono.
Admitindo que ainda há muitas diferenças entre os 27, Durão Barroso disse todavia acreditar que será possível um acordo esta sexta-feira, de modo a que «a UE não perca agora a liderança que tem tido» no combate às alterações climáticas.


Fonte: TSF