Luis Lacasa, decano do Colégio Oficial de Pilotos de Aviación Civil de Espanha, explicou ao diario El País como funciona este novo sistema, designado por «aterragem verde»: «A cerca de de 180 quilómetros de distância o piloto põe os motores au ralenti e desce como se estivesse a planar.» Só quando se encontrar já a uns 11 quilómetros da pista é que começará a aumentar a potência, para poder fazer uma aterragem normal.
Até agora, os aviões descem «aos saltos», isto é, vão perdendo altura por fases e reduzindo progressivamente a velocidade. O novo método implica um ritmo de descida contínuo. O problema vai ser a velocidade a que circulam os aviões que não aterrem ao estilo «verde», o que fará que o sistema tenha de ser posto em prática de noite. Caso contrário, quando houvesse fila para aterrar, os mais rápidos aproximar-se-iam demasiado dos que estivessem a aterrar mais devagar.







