.................................Projecto...................................

O planeta Terra, nossa única casa, está a aquecer visivelmente. E este aquecimento causa graves mudanças no ambiente, mudanças essas que também nos afectam a nós, Humanidade.
Com o projecto Alterações Climáticas pretendemos mostrar factos e apresentar soluções para este tão grave problema que tem vindo a aumentar a sua escala.
Este blog foi criado por Eládio Branco, Hugo Oliveira, Jimmy Martins e Ruben Costa, alunos do 12ºA, da Escola Secundaria de Oliveira do Bairro no âmbito da disciplina de Área de Projecto sob orientação do Professor Aquiles Boiça.


.........."É o nosso único lar. Temos de protege-lo." Al Gore......

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Aterragens vão ser 'verdes'

Já a partir de 2010, a Espanha vai pôr em prática um novo sistema de aterragem dos aviões, destinado a reduzir as emissões de dióxido de carbono. A medida, se vier a ser generalizada, não parece despicienda: as previsões apontem para que cada avião possa produzir desta forma menos 300 a 400 quilos de CO2.


Luis Lacasa, decano do Colégio Oficial de Pilotos de Aviación Civil de Espanha, explicou ao diario El País como funciona este novo sistema, designado por «aterragem verde»: «A cerca de de 180 quilómetros de distância o piloto põe os motores au ralenti e desce como se estivesse a planar.» Só quando se encontrar já a uns 11 quilómetros da pista é que começará a aumentar a potência, para poder fazer uma aterragem normal.
Até agora, os aviões descem «aos saltos», isto é, vão perdendo altura por fases e reduzindo progressivamente a velocidade. O novo método implica um ritmo de descida contínuo. O problema vai ser a velocidade a que circulam os aviões que não aterrem ao estilo «verde», o que fará que o sistema tenha de ser posto em prática de noite. Caso contrário, quando houvesse fila para aterrar, os mais rápidos aproximar-se-iam demasiado dos que estivessem a aterrar mais devagar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Líderes europeus procuram acordo sobre alterações climáticas após desbloquearem Tratado de Lisboa

Fontes diplomáticas disseram que a presidência sueca defende a necessidade de os europeus liderarem o processo e avançarem com números, sendo apoiada por países como Portugal, Reino Unido ou Dinamarca.
No entanto, a Alemanha, que lidera um grupo onde também se incluem a França e a Itália, defende que os europeus devem aguardar pelas promessas financeiras dos restantes países desenvolvidos.
Já os países de Leste, com poucos rendimentos e grandes poluidores, chefiados pela Polónia, estão dispostos a avançar em função das suas capacidades financeiras.
A Comissão Europeia calculou em 100 mil milhões de euros anuais, entre 2013 e 2020, a ajuda necessária para que os países mais pobres adoptem medidas contra as alterações climáticas.
Esta é uma das derradeiras oportunidades de conseguir um acordo ao nível da UE antes da conferência de Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro, que visa chegar a um acordo, que deve entrar em vigor antes de expirar a primeira fase do Protocolo de Quioto, em Janeiro de 2013, para travar de forma vinculativa as emissões de dióxido de carbono.
Admitindo que ainda há muitas diferenças entre os 27, Durão Barroso disse todavia acreditar que será possível um acordo esta sexta-feira, de modo a que «a UE não perca agora a liderança que tem tido» no combate às alterações climáticas.


Fonte: TSF